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Críticas “Indian Summer”

‘Colawa’
“The Partisan Seed – Indian Summer: The warmth of the afternoon is what we need to pause with music. (…) ‘Ofelia (again) ‘, the first single – with lead singer Filipe Miranda using a low voice (kind of a Bob Dylan feeling) – may be a showing of grief, with a girl giving the song the strength that makes you think of a combination like Damien and Lisa (…) The Partisan Seed’s guitar and piano aspects of the interpretation leave a very good impression…” – Chu Ting

‘Ondacero Radio’
“En un local de Vigo esccuche a los portugeses The Partisan Seed / Indian Summer: realmente quede asombrado por el sonido de este grupo y si vosotros los oyerais estarias de acuerdo conmigo.” – Juan F.

‘Rádio Universitária do Minho’
“O final do ano de 2008 trouxe mais um belíssimo disco a acrescentar à colheita nacional. Os Partisan Seed, o projecto com cariz mais pessoal de Filipe Miranda, constituem um compromisso artístico de sinceridade e de descomprometimento e, acima de tudo, de grande qualidade.
Uma base acústica que por vezes nos remete para a folk mais melancólica, mas cujos contornos e silhuetas nos trazem aromas exóticos, com influências do mediterrâneo.
Liricamente rico, Filipe Miranda inspira-se na Literatura, nos sonhos, na religião, na dura realidade que o rodeia. É um disco de canções simples e, recorrendo às próprias palavras de Filipe Miranda, ‘abrigam mensagens subtis, como se fossem palavras de uma espécie de muezzin que reza muito baixinho’. Uma subtileza encantantória que nos pede a atenção e o silêncio. Os deuses cantam pouco (if you know the gods who made all the laws / ask them to sing a little bit more, em ‘Sound, we make sound’). Mas ainda restam os anjos.” – Sérgio Xavier

‘Divergências Sonoras’
” ‘Indian Summer’, através da sua melancolia e poesia introspectiva que rivaliza com o génio de Leonard Cohen, vem confirmar a grandeza de ‘Visions Of Solitary Branches’.
Filipe Miranda, voz dos extintos Kafka, é o compositor que por estas alturas merece uma aclamação tão genuína quanto a grandeza destes dois registos.” – Filipe Brito

‘Santos da Casa’
” ‘Indian Summer’ é um disco intenso. Bom para escutar nestes dias frios e chuvosos de inverno. É um registo que nos aquece a alma. São 10 faixas, pura filigrana, em que Filipe Miranda se volta a afirmar como um dos cantautores portugueses de maior talento.
Por entre uma guitarra acústica, ou as notas de um piano, Filipe Miranda coloca a sua voz, oferecendo-nos canções de tons folk, que passeiam calma por entre as suas notas. É de facto este lado mais acústico da música dos The Partisan Seed, que nos inspira paixões. Mas não se pense, que por ser assim, esta música é facilitista. Filipe Miranda recheia cada uma das suas obras de arte com excelentes pormenores. E chega mesmo a arriscar ao trazer para dentro deste disco um tema mais dark-folk, de nome ‘La Ultima Piedra De Una Novena’, a lembrar o seu anterior projecto Kafka.
Apesar de muito coeso, este disco tem duas estrelas que brilham um pouco mais que as outras e por isso foram escolhidas para singles. Refiro-me a ‘Ofelia (Again)’ onde Filipe é ajudado pela terna voz de Charity Carleton e ‘Judy (Somewhere)’ onde um piano nos embriaga os sentidos.
É fácil de perceber que ‘Indian Summer’ é um disco obrigatório, muito em especial para aqueles ouvidos apurados, que sentem que as canções devem ser despretensiosas, leves e acolhedoras. Enfim, para aqueles que gostam de uma boa canção em carne viva.
Filipe Miranda, nestes seus The Partisan Seed, oferece-nos o seu lado mais egoísta enquanto criador. São 10 temas que lhe saltam vivos das veias. Do outro lado, nós enquanto fruidores, só temos a agradecer a forma como o Filipe se entrega a cada tema. Música desta quer-se eterna…” – Nuno Ávila

‘A Trompa’
“É uma experiência que saudavelmente se vem repetindo. Felizmente. Falo do regresso aos discos de The Partisan Seed – de uma forma ou de outra. Pegando já em “Indian Summer”, ouvir The Partisan Seed é  como participar num diálogo que nos é próximo; mais do que isso, é participar num diálogo com alguém que nos é íntimo. É a ideia de intimidade a atravessar de novo a arte de The Partisan Seed. Parece que nos sopra ao ouvido, que sentimos a sua respiração, tão perto parece estar Filipe Miranda. Fala baixinho, trata-nos por tu enquanto dá cor às suas palavras com uma música tão simples como luminosa . Bem vindos a “Indian Summer,” o último álbum de The Partisan Seed.
Em boa verdade, esteticamente, não é sequer um disco muito diferente do anterior “Visions of Solitary Branches” (Transporte de Animais Vivos, 2006). Sobressai, é certo,  a enorme segurança como Filipe Miranda apresenta cada faixa de  “Indian Summer”; a honestidade depositada em cada tema que escreve e interpreta. Sem pressas nem recuos, este é um disco cheio de cor, um disco outonal ainda preso à luz do verão. São 10 novos temas bem embalados por cativantes melodias e palavras suspiradas com uma inabalável naturalidade. Menos autobiográfico e mais ficcional que o anterior registo, são histórias que prosseguem o seu caminho. Um caminho de proximidade.
Sozinho e parecem tantos. E são mesmo. Tal como acontecera no anterior disco, The Partisan Seed diversifica a sua abordagem convidando um sem número de amigos para o ajudar a contar as suas histórias. Entre novos e amigos de sempre, é extensa a  lista de convidados de “Indian Summer”. (…) Um pequeno mundo. Mais um registo de grande beleza acústica.” – Rui Dinis

‘Milésima Janela’
“Dos melhores sons que escutei ultimamente. Português. “Indian Summer” é um disco a ter muito em conta.” – Man Next Door

‘Jornal de Barcelos’
Dois anos depois do belíssimo ‘Visions Of Solitary Branches’, The Partisan Seed regressa agora com ‘Indian Summer’, um disco mais íntimo, mas tão ou mais belo que o anterior.
Em dez temas, Filipe Miranda, o homem por detrás do projecto The Partisan Seed, prova a cada tema, a maturidade conquistada ao longo dos anos como escritor e compositor de canções de natureza folk. E faz desta a sua natureza base, estendendo-a a participações bem sucedidas, comprovando-o no dueto com a australiana Charity Carleton em ‘Ofelia (again)’, o segundo single extraído de Indian Summer. Realce, impossível de passar despercebido, para o Spoken Word de Abel Hernandéz (Ex-Migala, El Hijo) em ‘La Ultima Piedra de Una Novena’. Para pérola do disco, ‘Judy (somewhere)’ enche-nos o coração com alma e vontade de não a querer voltar a perder. Com o toque de cada um dos convidados, The Partisan Seed fabricou um disco firme e seguro de si, talvez o mais simplista e minimalista da sua já considerável longa carreira como músico, onde as canções acústicas, transformam-se em temas cheios de vida a cada audição. Um álbum para desfrutar em repetições sucessivas durante este Outono, até um próximo trabalho do músico, novamente, agarrar-nos ferozmente.” – I.M.

‘Fenther’
“The Partisan Seed regressou no final de 2008 com mais um excelente disco, mais uma mão cheia de canções puras e repletas de encanto.
Filipe Miranda não sabe fazer canções más ou menos boas… Ele tem o poder e a fantasia de criar ilusões e sentimentos, que por sua vez são expostos em grandes canções como se pode confirmar em mais um registo da aventura The Partisan Seed. A colecção de pérolas desta vez intitula-se «Indian Summer».
(…) Estejam atentos a este músico barcelense, e a todos os seus projectos, pois uma mão de Filipe Miranda, é sinal de perfeição e encanto!” – Vitor Pinto

‘4thefun’
“Conhecia os dois trabalhos do Filipe Miranda aka The Partisan Seed. Convenceu-me plenamente. Um nome a reter. Uma mais valia na nova musicalidade portuguesa – com cheiro a internacional, sem dúvida.” – Tsiwari

‘A Ferro e Fogo’
“O som da banda é um folk rock… na verdade uma mistura de folk rock, com rock progressivo meio psicodélico…
Um trabalho perfeito, instrumental muito bom com destaque para o violão… fazia tempo que não escutava um violão tão bem tocado…  e também para os arranjos de teclado, muito bem feitos. Já o vocal é um detalhe a parte, muito bom mesmo…
Recomendadíssimo…  som calmo, porém de qualidade acima da média, mostrando uma vertente do rock, muitas vezes com forte apelo comercial, mas esta canta com a alma mesmo… vale a pena!” – Binsk


‘Faro de Vigo’
“La música de The Partisan Seed bebe del Indie acústico inglés, pero también del fino lirismo de Leonard Cohen o de la sonoridad íntima de Nick Cave: es música que transmite, que dice cosas.”


‘Rock Rola’
“A beleza de Indian Summer é de tipo indiscutível (…) A beleza de Indian Summer é imediata. Essa aparente facilidade não é uma desvantagem em nenhum momento – só um espírito muito mal habituado poderia considerar, qualquer forma de beleza, como uma desvantagem. Na verdade, a rapidez com que se reconhece essa beleza não significa que seja fácil de fazer ou, sequer, quando se aprofunda, de interpretar (…) A clareza deste trabalho é total, tanto na melodia como no silêncio. O resultado é excelente – nenhuma dúvida no uso deste adjectivo. E aquilo que mais me incomoda é saber que este álbum saiu em 2008 e só agora, quatro anos depois, me chegou às mãos. Por que caminhos enviesados andámos, eu e este Indian Summer, para só agora nos cruzarmos?” – José Luís Peixoto

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