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Críticas “SpiritWalking”

‘Público’
“(…) a liberdade, o intimismo e a melancolia das canções.”

‘JPN’
“O novo disco é “SpiritWalking”, o terceiro álbum de longa duração do artista, depois de “Indian Summer” (2008) e “Visions of Solitary Branches” (2006), e traz-nos uma complexidade de sentimentos nus e crus com uma sonoridade limpa, leve e simples.” – Liliana Pinho

‘Bodyspace’
“The Partisan Seed, o alter-ego do barcelense Filipe Miranda, tem novo disco entre mãos. SpiritWalking é o último capítulo de uma trilogia iniciada em 2006 com Visions Of Solitary Branches e continuada em 2008 com Indian Summer, partes de um percurso tem valido a Filipe Miranda nos últimos anos a distinção como escritor de canções a ter em conta a cada momento. O novo álbum, totalmente composto durante o ano de 2010 (com excepção de “The First Rays Of Light”, que o acompanha desde 1999), é, como sempre, um trabalho de profundo intimismo e confissão.” A.G. / “Inspirado muitas vezes na beleza da simplicidade conta-nos desilusões, feridas, impressões e reminiscências de uma infância passada. SpiritWalking é então um hino à reflexão, à tomada de consciência, à serenidade mas não ao passivismo, e sobretudo, à vida.” – Alexandra João Martins

‘Podia Netherlands’
The Partisan Seed is the alter ego of Portuguese singer/songwriter Filipe Miranda, who surprised me earlier with his album “Indian Summer” from 2008, with the beautiful songs “Ditch” and “Portuguese Migration Song”. (…) “SpiritWalking” goes where the previous album left off. The Partisan Seed drinks from the source of (mostly British) acoustic indie pop, but combines that with strong use of texts, sometimes the level of Leonard Cohen and Nick Cave. (…) “SpiritWalking” offers a desolate, very limited, sometimes deceptively simple, musical interpretation, which accommodates the warm voice of Filipe Miranda. Opener “Our Last Spring?” sets the tone for the album, with the undisputed highlights “The First Rays of Light” and “Morning Star”.

‘Radio Universidade de Coimbra’
“Filipe Miranda nunca nos enganou. Desde os tempos dos extintos Kafa que se tem mostrado um autor de refinados créditos. Neste seu novo registo volta a presentear-nos com mais algumas canções, nove, de elevadíssima qualidade. São canções simples, as que por aqui escutamos. Temas com arranjos certeiros, que deixam vir ao de cima o lado mais acústico que as viu nascer. (…) Neste registo, voltam a estar em grande, e que criam uma atmosfera de tal forma íntima entre nós e eles que é difícil fugir a este encanto. E de facto o nosso espírito passeia, por entre  campos amarelecidos pelo trigo. Paisagens iluminadas por uma lua bem redonda. Deixemo-nos ir…” – Nuno Ávila

‘Foro’
“The Partisan Seed es el proyecto musical en solo de Filipe Miranda, músico ya con un pasado importante en la música nacional (ha integrado, y todavía integra, otros proyectos musicales), que este año ha regresado a los discos sacando este “SpiritWalking”, 3º disco de originales de este proyecto musical, formado en 2005 en la ciudad de Barcelos. Filipe Miranda tiene en The Partisan Seed su faceta más acústica, direccionada para una indie folk de influencia norteamericana, por oposición a su faceta más “eléctrica” y “rockera” cuando integrado en las otras bandas (Kafka, Interm.Ission, etc). / En este “SpiritWalking” Miranda vuelve a ofertar más un conjunto de canciones de extremo buen gusto, con una estructura simples y arreglos delicados, que tornan su audición en una experiencia extremamente agradable, contribuyendo también para eso una forma de cantar casi hipnótica, que es ya una de sus características distintivas. Es un disco para sorber despacio y si posible, tomando la atención a las palabras.” – ND

‘Jornal de Barcelos’
“(…) É difícil não ficar rendido à beleza das melodias traçadas por Filipe Miranda. (…) Em The Partisan Seed tudo soa a simples. Sem complicações, nem problemas. Como que um passaporte para a felicidade absoluta através da música. É um trabalho honesto, sem pretensões de responder a grandes questões humanas ou arvorar-se em algo que não é. Filipe Miranda escreve sobre as suas memórias de infância, sobre a sua rua, sobre coisas que o marcam ou apaixonam. E, assim, também facilmente nos apaixonámos pela música.” – Pedro Luís Silva


‘Rock Rola’
“SpiritWalking encerra um ciclo no projecto a solo do Kafka Filipe Miranda. Sem amarras ou pressas, Filipe demora o tempo necessário para tornar a sua obra – não de arte, mas sim de tudo o que é vida – intemporal. Usar a palavra “belo” para descrever o que aconteceu com Visions Of Solitary Branches ou Indian Summer, depois de tantas rodagens, será consensualmente pouco. E o mesmo acontecerá, logo nas primeiras audições, de SpiritWalking. Este é dos tais discos que não colocaremos naquela época influente e gloriosa de Cohen ou Drake, nem no ano em que o cantautor folk barcelense o lançou. Este é um disco do tempo em que o colocamos a tocar, e cada vez que o fazemos, o momento é dele, todo dele, como o será da próxima vez. Como se não bastasse, a corrente que vem de dentro diz-nos que o devemos abraçar como se da última vez se tratasse. E que gigantismo terá a força do nosso espírito para fazer frente a um disco assim? Pouco ou nada. É só um passeio e não há que temer andar quando se está parado.” – Ilídio Marques


‘Experimentaculo’
“Um disco de canções, de um indie-folk refinado e arranjos certeiros, de um dos cantautores mais talentosos de Portugal.”


‘Fenther’
“The Partisan Seed… Uma grande voz, grandes canções e uma vez mais, um grande disco. A suavidade dos temas vão saltando aqui e ali e no final, temos um Filipe Miranda glorioso e cheio de inspiração…”


‘MdF’
“A longevidade da presença de Filipe Miranda na música nacional só tem uma explicação: a sua qualidade enquanto singer-songwriter. As paixões de verão dificilmente encontrarão lugar mais bonito que as paisagens descritas em SpiritWalking.”